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Agenda Social lança nova edição!

Novidade!

Agenda Social lança nova edição sobre “CHAMADA DE DOSSIÊ TEMÁTICO — REVISTA AGENDA SOCIAL O DIREITO À CIDADE E A URBANIZAÇÃO CONTEMPORÂNEA”.

O objetivo do dossiê é promover reflexões sobre o direito à cidade e os desafios da urbanização contemporânea nas cidades brasileiras e latino-americanas.

Todos os artigos da Agenda Social são acompanhados por um DOI.

Acesse aqui a edição completa!

Agenda Social lança nova edição!

Novidade!

Agenda Social lança nova edição sobre “Políticas educacionais e a educação básica: desafi os e perspectivas para o ensino no contexto de avanço da lógica neoliberal”.

O objetivo do dossiê é o de fomentar e aprofundar o debate em torno de experiências e investigações realizadas no/sobre o ensino, em diferentes etapas da educação básica, em meio ao avanço do neoliberalismo e diante da ameaça às políticas sociais no país.

Todos os artigos da Agenda Social são acompanhados por um DOI.

Acesse aqui a edição completa!

A Revista Agenda Social recebe selo diamante do Diretório de Revistas Científicas Brasileiras (MIGUILIM)

O selo diamante é uma iniciativa do Diretório das revistas científicas brasileiras (Miguilim), gerenciado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTi)

Continuamos movendo esforços para tornar a Revista Agenda Social um meio de propagação da ciência aberta, acessível e de qualidade.

Para conferir nossa inscrição, basta acessar aqui

O Futuro das Políticas Sociais no Brasil: Desafios e Perspectivas

As manifestações ocorridas em 2013 marcaram o início de um notável deslocamento à direita no cenário político do Brasil. Após a redemocratização do país na metade dos anos 1980 e a criação de uma Constituição notoriamente participativa, conhecida como Constituição Cidadã, o espectro político brasileiro não havia testemunhado uma inversão tão acentuada nas políticas democráticas, participativas e progressistas.

O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff assinalou a ascensão de uma postura conservadora, personificada pela ascensão de Michel Temer ao poder. Foi nesse contexto que a Medida Provisória nº 726 foi promulgada, extinguindo o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos – uma conquista significativa dos movimentos sociais. Com isso, os primeiros passos rumo ao enfraquecimento das instituições participativas foram ctomados.

A eleição do representante da extrema direita, Jair Bolsonaro, para a Presidência da República, aprofundou ações destinadas a minar a participação popular e o escrutínio social sobre as políticas sociais. Um exemplo disso é a Medida Provisória n° 870, de 1º de janeiro de 2019, que culminou na dissolução do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). Esta medida teve como consequência a ausência de um órgão consultivo durante a pandemia de Covid-19 para lidar com as questões de insegurança alimentar e nutricional, que afetaram e ainda afetam uma vasta parcela da população.

O Decreto nº 9.759, datado de 11 de abril de 2019, eliminou substancialmente cerca de 700 órgãos federais colegiados. A negligência com relação à deterioração das condições de trabalho, assistência social e previdência atingiu níveis alarmantes, deixando uma grande parcela de cidadãos em condições precárias e desprotegidas.

O desfecho das eleições de 2022, que marcou o retorno de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência, traz consigo um fôlego de serenidade e a perspectiva de que a política nacional não será dominada por confrontos constantes. Nos primeiros seis meses de mandato, já se observou a restauração de importantes instituições participativas, incluindo o funcionamento dos Conselhos Federais e das Conferências de Políticas Públicas. O Plano Plurianual (PPA) do Governo Federal adotou uma abordagem participativa, assim como a consideração de um Orçamento participativo em nível federal. Tais iniciativas refletem como a nova administração enfrenta o monumental desafio de reconstruir um cenário desolado, onde as políticas sociais importam para as melhorias substanciais na qualidade de vida e no bem estar da população.

Este dossiê se propõe a analisar e refletir sobre o cenário em que as políticas sociais brasileiras estão sendo estabelecidas e antecipar o rumo que provavelmente tomarão no futuro.

O período para apresentação de artigos irá de 01 de setembro a 30 de outubro de 2023.

A Agenda Social realiza a avaliação do tipo duplo-cego também em suas edições que trazem dossiês.

(Dossiê Agenda Social 2021-02) As Políticas Sociais e a Pandemia de Covid-19 – Ações e reações em um mundo colapsado

Organizadores: Carlos Abraão Moura Valpassos (UFF) e Renata Maldonado (UENF)

Em 11 de março de 2020 a Organização Mundial de Saúde decretou a existência da pandemia de Covid-19. A partir desse momento, o mundo passou a enfrentar a primeira grande crise sanitária do século XXI, responsável pela imposição de significativos desafios relativos a todas as esferas da vida. Diante da crise que se instaurou, inúmeras estratégias de enfrentamento foram estabelecidas pelos atores sociais, no afã de reduzir os efeitos perniciosos do coronavírus.

Neste dossiê, pretendemos reunir trabalhos que abordem os impactos da pandemia de covid-19 sobre as políticas sociais, abordando as transformações acarretadas e as respostas oferecidas ao novo contexto que abruptamente se impôs. Nos interessa a crise instaurada pela covid-19 sobre as políticas sociais e também a forma como estas tiveram que se adaptar, ou não, na persecução de seus objetivos. Seja na esfera educacional, habitacional, ambiental, da saúde, da segurança pública ou da segurança alimentar, mudanças foram impostas pela pandemia, rearticulando objetivos e atores. Os movimentos sociais, os grupos de interesse, as elites econômicas e intelectuais foram envolvidas na crise pandêmica, o que alterou o escopo e os desafios das políticas sociais existentes até então.

Quais alterações, paralisias e respostas foram apresentadas nesse contexto? Qual o papel e os desafios das políticas sociais frente ao quadro de mudança apresentado pela emergência pandêmica? Essas são algumas das questões que surgem quando correlacionamos o advento da covid-19 e a formulação e implementação das políticas sociais enquanto ações da esfera pública, envolvendo a participação do Estado e das diferentes instituições de governo, bem como de movimentos sociais organizados e o contexto econômico e político do país.

Nesse sentido, a Revista Agenda Social, do Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais da Universidade Estadual do Norte Fluminense – Darcy Ribeiro, convida autoras e autores de diferentes áreas de formação, dedicados à reflexão sistemática sobre políticas sociais, a contribuírem com artigos originais para seu dossiê temático intitulado “As Políticas Sociais e a Pandemia de Covid-19 – Ações e reações em um mundo colapsado”.

Os artigos poderão ser enviados até 21 de novembro de 2022.

Com nossos melhores votos,

Carlos Abraão Moura Valpassos e Renata Maldonado

(Dossiê Agenda Social 2021-02) As Políticas Sociais e a Pandemia de Covid-19 – Ações e reações em um mundo colapsado

Organizadores: Carlos Abraão Moura Valpassos (UFF) e Renata Maldonado (UENF)

Em 11 de março de 2020 a Organização Mundial de Saúde decretou a existência da pandemia de Covid-19. A partir desse momento, o mundo passou a enfrentar a primeira grande crise sanitária do século XXI, responsável pela imposição de significativos desafios relativos a todas as esferas da vida. Diante da crise que se instaurou, inúmeras estratégias de enfrentamento foram estabelecidas pelos atores sociais, no afã de reduzir os efeitos perniciosos do coronavírus.

Neste dossiê, pretendemos reunir trabalhos que abordem os impactos da pandemia de covid-19 sobre as políticas sociais, abordando as transformações acarretadas e as respostas oferecidas ao novo contexto que abruptamente se impôs. Nos interessa a crise instaurada pela covid-19 sobre as políticas sociais e também a forma como estas tiveram que se adaptar, ou não, na persecução de seus objetivos. Seja na esfera educacional, habitacional, ambiental, da saúde, da segurança pública ou da segurança alimentar, mudanças foram impostas pela pandemia, rearticulando objetivos e atores. Os movimentos sociais, os grupos de interesse, as elites econômicas e intelectuais foram envolvidas na crise pandêmica, o que alterou o escopo e os desafios das políticas sociais existentes até então.

Quais alterações, paralisias e respostas foram apresentadas nesse contexto? Qual o papel e os desafios das políticas sociais frente ao quadro de mudança apresentado pela emergência pandêmica? Essas são algumas das questões que surgem quando correlacionamos o advento da covid-19 e a formulação e implementação das políticas sociais enquanto ações da esfera pública, envolvendo a participação do Estado e das diferentes instituições de governo, bem como de movimentos sociais organizados e o contexto econômico e político do país.

Nesse sentido, a Revista Agenda Social, do Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais da Universidade Estadual do Norte Fluminense – Darcy Ribeiro, convida autoras e autores de diferentes áreas de formação, dedicados à reflexão sistemática sobre políticas sociais, a contribuírem com artigos originais para seu dossiê temático intitulado “As Políticas Sociais e a Pandemia de Covid-19 – Ações e reações em um mundo colapsado”.

Os artigos poderão ser enviados entre 15 de agosto e 15 de outubro de 2022.

 

Com nossos melhores votos,

 

Carlos Abraão Moura Valpassos e Renata Maldonado

 

 

 

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